Acerca de mim
- Voluntariado
- Escolhemos este tema por vários motivos, entre os quais o facto de: estar relacionado com a nossa área e com os nossos interesses; querermos ter a experiência de fazer voluntariado; sensibilizar e envolver a comunidade escolar neste tema. Para além disto, consideramos um projecto importante e que merece o nosso envolvimento, visto que todas as pessoas, ao longo da sua vida, deveriam contribuir para uma causa humanitária deste tipo, atendendo ao facto de que existem muitas pessoas necessitadas que merecem a nossa ajuda. Deste modo, julgamos que esta experiência irá enriquecer, tanto os elementos do grupo como toda a comunidade escolar envolvida no projecto, sob o ponto de vista humanitário.
terça-feira, 2 de junho de 2009
Venda de artigos da Associação Acreditar
sábado, 30 de maio de 2009
segunda-feira, 18 de maio de 2009
Novo quartel vai ser inaugurado já este mês - notícia do Setubalense
A luta travada pelas novas instalações deram agora, 12 anos depois, os seus frutos e os bombeiros de Águas de Moura vão mudar-se, já no próximo dia 30, de um pequeníssimo edifício escolar – que ao longo dos anos foi sendo adaptado – para um amplo quartel, equipado com moderna tecnologia e em que a funcionalidade foi a principal preocupação.
José Cardoso referiu a «O Setubalense» que as novas instalações, que ocupam 2,5 hectares, foram projectadas pelo arquitecto Carlos Miguel Dias e estão construídas em terrenos situados junto à Estrada Nacional 10. O terreno foi doado, o loteamento foi aprovado e o processo seguiu os seus trâmites, tendo a cerimónia do lançamento da primeira pedra ocorrido em Setembro do ano passado.
Nas amplas instalações é notória a preocupação com a funcionalidade para as tarefas que ali vão ser desempenhadas, para além do aproveitamento, ao máximo possível, da luz natural. Com efeito, grande parte das instalações é construída com material transparente que deixa passar a luz do dia o que leva a uma considerável poupança de energia eléctrica.
Lá dentro, o amplo parque de viaturas está equipado com extractores de fumo para os veículos e correntes de energia eléctrica para carregamento dos mesmos, para além de mecanismos automáticos, em todos os portões, que permitem a sua rápida, e fácil, abertura. Aliás, o novo quartel dos Bombeiros Voluntários de Águas de Moura deverá ser um dos poucos, a nível nacional, a possuir este sistema, já que no recentemente inaugurado quartel de Sacavém, o maior da Península Ibérica, não apresenta este sistema e os portões do parque de viaturas têm que ser abertos manualmente.
Sobre esta área, situa-se a Sala de Comunicações e, no piso superior estão as restantes dependências, tais como o gabinete do comandante e a sala de reunião, de formação, as camaratas, masculinas e femininas – todos estes locais equipados com sanitários, nomeadamente para deficientes -, uma sala de lazer para os bombeiros, com uma cozinha para pequenas refeições, lavandaria e arrumos. As instalações estão ainda equipadas com painéis solares.
No exterior, e para além de um espaço ajardinado, equipado de forma a que os bombeiros possam fazer os seus exercícios físicos, existe a casa/escola (com 18,5 metros de altura, seis pisos e uma das melhores a nível nacional), um heliporto – com espaço que permite a presença de um outro helicóptero de apoio, uma bomba de abastecimento de gasóleo e as oficinas.
Para o comandante Rui Laranjeira, e em véspera da inauguração do novo quartel, o sonho está concretizado e as necessidades situam-se, neste momento, praticamente em duas necessidades: a substituição do actual autotanque táctico (a funcionar há 22 anos) e um veículo ligeiro de combate a incêndios que o comandante considera ser “o ideal para os pequenos incêndios que por vezes ocorrem nos 17 mil hectares que temos sob a nossa responsabilidade”. Por outro lado, ambos os dirigentes fazem questão em referir que “em caso de emergência este quartel está altamente equipado” e esperam que a Autoridade Nacional de Protecção Civil “utilize o investimento que fizemos aqui, porque não faz sentido nós termos criado todas estas condições e mandarem, por exemplo, o helicóptero do INEM para a base do Montijo”.
De referir que estes dois responsáveis fazem ainda questão em sublinhar “o esforço e o empenho de todos os bombeiros que, nas suas horas livres, estiveram sempre presentes para ajudar em tudo o que fosse necessário e este voluntariado só mostra que temos os melhores bombeiros”.
terça-feira, 12 de maio de 2009
Dia do Voluntariado

sexta-feira, 8 de maio de 2009
Liga dos Amigos promove jantar solidário - noticia do Setubalense

terça-feira, 5 de maio de 2009
sábado, 2 de maio de 2009
Campanha "Pensos Coloridos"
Outra das actividades que levámos em diante durante o terceiro período foi a “Campanha dos pensos coloridos”, iniciada pela Professora Fátima Campos. Este projecto surgiu em conversa com um membro da Associação Acreditar, quando constatámos que uns simples pensos coloridos (pensos infantis) eram uma das grandes carências da instituição. Isto porque a Acreditar trabalha em parceria com o IPO (Instituto Português de Oncologia), dando apoio às crianças com cancro e aos seus familiares. Posto isto, o motivo da angariação de pensos coloridos está relacionado com o facto de as crianças que fazem o tratamento diário de quimioterapia ficarem mais felizes se, cada dia, colocarem um penso colorido diferente, no sítio onde foi feito o tratamento.
Assim, gostaríamos de apelar à tua colaboração nesta campanha...o simples acto de comprares uma caixa de pensos coloridos, poderá provocar um sorriso numa destas crianças que precisam da tua ajuda.
Se quiseres contribuir, dirige-te à portaria da escola (até ao dia 11 de Maio), onde está uma caixa destinada à colocação dos pensos. Agradecemos muito a tua colaboração, mas ainda mais que nós agradecem as crianças do IPO. Nao custa ajudar!
quinta-feira, 16 de abril de 2009
O ANTI-VOLUNTÁRIO - noticia do Setubalense

Saldanha Sanches espalhou-se mais uma vez (já não é a primeira) ao falar publicamente de temas que desconhece, como notou muito bem Duarte Caldeira, presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses.
O fiscalista sugeriu recentemente, aos microfones de uma rádio, a profissionalização dos bombeiros e o fim do regime de voluntariado, afirmando que este “é oneroso para os contribuintes e dispensável”.
Se o autor de tal disparate se informasse ficaria a saber que a Câmara Municipal de Lisboa, por exemplo, gasta mais com o seu corpo de bombeiros sapadores (profissionais) do que o Estado gasta com as larguíssimas centenas de corpos de bombeiros voluntários espalhados por todo o país.
Se o comentador se informasse, ficaria a saber que as pouquíssimas cidades portuguesas que dispõem de um corpo de bombeiros profissionais só não desistem dele, como em tempos fez o município de Braga, porque não têm coragem de pagar o preço político de tal medida, pois são muito mais onerosos do que os voluntários.
Se ele se informasse convenientemente ficaria a saber que as companhias de bombeiros voluntários são uma escola de vida e de formação cívica para os jovens, no sentido de despertar o interesse pelo serviço desinteressado aos outros e à sociedade, perante a qual todos os cidadãos conscientes têm uma responsabilidade.
Se ao menos se informasse entenderia que a qualidade de um bombeiro não está na circunstância de ser profissional ou voluntário, ao contrário do que afirma, mas sim na formação que tem e na dedicação, brio e entrega à causa que revela.
Em declarações ao Rádio Clube, na rubrica "Uma ideia para o país", Saldanha Sanches criticou o facto de haver bombeiros voluntários pagos, mas a razão é, obviamente, porque os voluntários não são suficientes para as necessidades, e mesmo estes ficam menos caros do que os profissionais.
Se a ideia de acabar com os voluntários é criar postos de trabalho artificiais, para combater o desemprego, ou dar uma machadada no espírito de voluntariado que ajuda a manter este país mais coeso e solidário, talvez a ideia não seja assim tão peregrina. Mas então assumam-se claramente os objectivos.
Segundo notícia da Lusa, os bombeiros constituem o grupo profissional em que mais confiam os portugueses. Talvez esta seja a melhor resposta a dar ao infeliz comentarista Saldanha Sanches…
quinta-feira, 19 de março de 2009
Inquérito
Estas foram as perguntas que realizámos:
1. Já fizeste alguma vez voluntariado? Se sim, onde?
2. Consideras que a escola deve sensibilizar para o tema do voluntariado?
3. Gostarias de participar no Dia do Voluntariado que se realizará na escola?
4. Conheces alguma associação onde se pode praticar voluntariado? Se sim, qual?
5. Gostarias de intervir no nosso projecto de voluntariado?
6. Estarias disponível para participar numa acção de voluntariado, divulgado pelo projecto?

Gráfico representativo das hipóteses da pergunta 4
segunda-feira, 16 de março de 2009
Um contributo importante para o nosso projecto...
Estes três pais têm o objectivo de fundar o Clube dos Amigos do Liceu, que se baseia no incentivo de actividades voluntárias na escola. Este clube visa sensibilizar a comunidade escolar para certos valores, como a entreajuda, bem como melhorar os serviços disponíveis na escola.
Visto que estamos a tratar o tema "Voluntariado", os elementos deste clube visitaram a nossa turma para pedir a nossa opinião sobre qual a melhor forma de aplicar o projecto na nossa escola.
A par disto, disponibilizaram-se para colaborar connosco no Dia do Voluntariado organizado pelo nosso grupo, a 14 de Maio do presente ano.
Este contributo é uma mais valia para o nosso trabalho, visto que quanto mais rico for este dia, mais eficaz será a sensibilização da comunidade escolar.
segunda-feira, 9 de março de 2009
Entrevista a Nábila Inglês
R: Significa ajudar ao próximo.E satisfazer alguém com um simples gesto e carinho. Não custa nada só basta teres um tempinho livre e ter amor naquele que fazes.
2. Fazes parte de um grande grupo de pessoas que dão o melhor de si para conseguirem dar às crianças, um ambiente mais acolhedor e humano. Consideras suficiente o número de pessoas a contribuir para esta causa?
R: Nunca é suficiente o número de pessoas, pois alguns dos voluntários só o fazem por obrigação ou porque tem que cumprir com alguma promessa. Penso que o Voluntariado é um projecto que tem de se fazer com prazer.
3. Um voluntário ao apresentar a sua candidatura de admissão ao corpo de voluntariado é sujeito a alguma selecção? Frequentaste algum curso de formação?
R: Não, não frequento
4. Depois de incorporados, os voluntários têm tarefas específicas nos vários serviços da instituição? Diz-nos quais são essas tarefas e qual a que tu cumpres?
R: As tarefas são livres nós próprios é que escolhemos. A minha tarefa é cuidar das meninas, ajudar com os trabalhos de casa, na alimentação, dar banho manter um bom equilíbrio entre elas.
5. Que trabalho é desenvolvido pelos voluntários de forma a proporcionar às crianças um ambiente mais acolhedor?
R: Normalmente nas férias desempenhamos muitos projectos como as colónias de férias e a caça ao tesouro.
6. De certeza que o voluntariado e os seus responsáveis têm planos ou projectos para o futuro. Fala-nos um pouco dos teus projectos como voluntária.
R: Um dos projectos para o futuro e explorar um pouco sobre o tema língua gestual, e uma tema que elas adoram e como tem curiosidade em aprender, penso que esse projecto seria bom para enriquecer os conhecimentos das meninas do colégio Missionárias da Caridade.
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
Governadora Civil homenageou as Ligas dos Amigos dos Hospitais, noticia do Jornal de Setúbal


quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
Entrevista a uma coordenadora da associação Acreditar, Filipa Carvalho

Lembrarmo-nos a cada dia do porquê da nossa existência. Saber que as questões institucionais/burocráticas são indispensáveis, mas que existem por um motivo!Humanizar é saber equilibrar a razão e a emoção. Darmo-nos sem nos perdermos. Sabermos que estamos aqui por todos e para todos.
2)Tem a seu cargo um grande grupo de pessoas que dão o melhor de si para conseguirem dar à sua instituição, ou melhor, aos doentes e seus familiares, um ambiente mais acolhedor e humano. Considera o número de voluntários que tem neste momento suficiente para alcançar esse objectivo?
O voluntariado “mede-se” em quantidade mas também, e sobretudo, em qualidade. A Acreditar tem o privilégio de poder contar com muitas pessoas e organizações que, na medida das suas possibilidades e competências, contribuem de forma única para este Projecto. O cabeleireiro que, assim que contactado, vem cá cortar o cabelo às crianças. O gabinete de advogados que oferece os seus serviços às famílias que, em consequência da doença, experienciam conflitos, especificamente em contexto laboral. O voluntário que tem uma carrinha e transporta as crianças para as actividades. O voluntário que é palhaço e vem, de vez em quando, animar as crianças e, muito especialmente, o voluntário que, em criança, teve a mesma doença e, por esse facto, dá um contributo único às crianças que agora vivem uma experiência semelhante.A adequação das características dos nossos voluntários às nossas necessidades e o acompanhamento do trabalho que desenvolvem é o essencial para que a experiência de voluntariado na Acreditar seja o mais interessante para TODOS!
3)Um voluntário ao apresentar a sua candidatura de admissão ao corpo de voluntariado é sujeito a alguma selecção? E quanto à sua formação, é-lhe facultado algum curso de preparação?
O processo de selecção de voluntários passa por uma série de etapas:O preenchimento de uma ficha de inscrição em que o candidato nos indica a sua disponibilidade;Uma entrevista com a coordenadora do seu trabalho, em que se aferem as expectativas de ambas as partes: dá-se a conhecer ao candidato o que é a Acreditar e o que é esperado de um voluntário, ao longo da conversa, em tom informal, vai-se percebendo se este pode ser um projecto com futuro!Caso se entenda que sim, o candidato realiza um período de estágio de aproximadamente dois meses, em que, tendo contacto directo com a realidade do voluntariado na Acreditar, está também “protegido” pela presença e apoio dos voluntários que, com (mais) experiência, desempenham a função de tutor. Tanto a Acreditar como o candidato aferem a adequabilidade deste projecto para ambos.Ultrapassada com “sucesso” esta fase, o estagiário frequenta um curso de formação (teórica) em que assiste e participa nas intervenções levadas a cabo pelos profissionais da área (médico, enfermeiro, assistente social, educador, professor, psicólogo).Se a formação for concluída de forma satisfatória, o estagiário, outrora candidato torna-se agora “voluntário”!
4)Depois de incorporados, os voluntários têm tarefas específicas nos vários serviços da instituição? Diga-nos quais são essas tarefas e como são desenvolvidas.
O tipo de voluntariado mais comum na Acreditar é o de apoio às crianças e suas famílias internadas, ou em consulta, nos hospitais gerais, pediátricos ou oncológicos do país (Lisboa, Coimbra, Porto e Madeira) ou a residir nos nossos lares (em Lisboa e em Coimbra – este último entrará em funcionamento no inicio de 2009). As funções do voluntário divergem nestes dois ambientes. Nas Casas, ao voluntário é solicitado todo o tipo de colaboração: desde participação nas tarefas domésticas como brincar com as crianças. Nos hospitais a actuação centra-se exclusivamente nas pessoas. O principal objectivo é “tirar” as crianças dos quartos e leva-las para a sala de brincadeiras, incentivar a saída dos pais, dada a nossa presença.
5)Que trabalho é desenvolvido pelos voluntários de forma a permitir aos doentes um maior contacto com os seus familiares?
O voluntário eficiente não é aquele que está SEMPRE presente, o voluntário eficiente é aquele que está atento às necessidades das famílias e das crianças doentes, colocando as suas próprias vontades em segundo plano. Desta forma o voluntário não deve nunca ser insistente. Oferecer a sua presença e aguardar aceitação. Se SENTIR mais valioso propor actividades que impliquem a interacção de crianças e familiares.
6)De certeza que o voluntariado e os seus responsáveis têm planos ou projectos para o futuro. Fale-me desses projectos e a forma como pensam desenvolve-los.
Para nós é importante fortalecer este grupo, individualmente e nas dinâmicas que estabelecem entre si. A troca de experiências é essencial. Neste sentido, a formação contínua é uma área que queremos reforçar.2009 será o ano de impulsionamento do grupo dos Barnabés – crianças doentes e ex-doentes, ao nível da sua participação social e também a profissionalização da Acreditar enquanto organizadora de Campos de Férias.
quinta-feira, 8 de janeiro de 2009
Opinião de Aida Teixeira sobre o Voluntariado , noticia do Jornal de Setúbal
Entrevista à Responsável Geral do Corpo de Voluntariado do Hospital de S. Bernardo (D. Mª Eugénia Canito)
1) O que significa para si humanizar o hospital?R: Para mim, humanizar o hospital significa oferecer gratuitamente o meu tempo disponível ao doente ajudando-o, para que o seu isolamento de familiares e amigos não seja tão difícil de suportar, isto é, fazer que os dias menos felizes da sua vida sejam mais felizes.
2) Tem a seu cargo um grande grupo de pessoas que dão o melhor de si para conseguirem dar ao Hopital, ou melhor, aos doentes e seus familiares, um ambiente mais acolhedor e humano. Considera o número de voluntários que tem neste momento suficiente para alcançar esse objectivo?
R: Não, de modo nenhum! O hospital de S. Bernardo é já um hospital com grandes dimensões e nós não temos voluntários suficientes para dar apoio em todos os serviços.
3)Um voluntário ao apresentar a sua candidatura de admissão ao corpo de voluntariado é sujeito a alguma selecção? E quanto à sua formação, é-lhe facultado algum curso de preparação?
R: Com certeza. Por muita vontade que um candidato tenha em fazer parte do nosso grupo, terá que reunir o mínimo de condições, tais como: disponibilidade, responsabilidade, vocação, humildade, etc. Terá que frequentar um curso de formação após entrevista com coordenadora e uma outra com uma psicóloga.
4) Depois de incorporados, os voluntários têm tarefas específicas nos vários serviços do hospital, tanto a nível do acolhimento como do internamento, de forma a diminuir o sofrimento do doente. Diga-nos quais são essas tarefas e como são desenvolvidas.
R: As tarefas são de acordo com a disponibilidade e a personalidade do voluntário. Na urgência o voluntário tenta apoiar a família assim como o doente no sentido de o familiar estar informado "no possível" como se encontra o seu doente, e com o doente tenta-se atenuar a sua angústia. Nos vários serviços de Café com Leite tenta-se atenuar o tempo de espera oferecendo um café ou um chá com uma bolacha. Nas enfermarias dá-se o apoio nas refeições. Enfim, todos estes serviços e os restantes, que ao todo são 20, têm todos a finalidade de contribuir para uma melhor humanização.
5) O serviço de urgência, é um serviço particularmente propenso a uma maior desumanização, pois as situações que ali surgem requerem tratamento de urgência imediata, o que faz relegar para segundo plano o tratamento humano, de que tanto necessita uma pessoa em situação de fragilidade. Existem algumas tarefas específicas neste serviço, desenvolvidas pelos voluntarios ao nível do acolhimento do doente?
R: Vamos lá ver, o serviço de urgência é um dos serviços onde a nossa presença é muito útil, porque geralmente a pessoa doente chega alí em situação muito dramática e o familiar, não pode entrar para acompanhar o seu doente, fica no lado de fora numa situação não menos dramática. Então, nós os voluntários podemos desempenhar um trabalho muito humanizante acalmando o familiar e ajudando-o trazendo informação possivel sobre o doente.
6) Existindo uma unidade de internamento na urgência, existirão também tarefas concretas nesta área. Quais são essas tarefas?
R: Sim, outro serviço onde o nosso trabalho é muito útil e gratificante. Esta visita de S.O é so realizada pelos voluntários.
7) Que trabalho é desenvolvido pelos voluntários, de forma a permitir aos doentes naquele serviço internados, um maior contacto com os seus familiares?
R: Como sabem, no S.O não há visitas, mas por concessão deste serviço, os voluntários podem acompanhar dois familiares para cada doente durante um tempo mínimo, durante uma hora diária. Este serviço é feito nos 365 dias do ano. Sempre que o voluntário não possa comparecer terá que se fazer substituir.
8) Para a realização de todas essas tarefas, quantos elementos tem a trabalhar na urgência? Considera suficientes ou nao?
R: No S.O estão de serviço dois voluntários diários e na urgência dois voluntarios durante a manhã e dois à tarde.
9) De certeza que o voluntariado e seus responsáveis têm planos ou projectos para o futuro. Fale-nos um pouco desses projectos e a forma como pensam desenvolvê-los.
R: Os projectos são muitos. Nós somos cerca de 200 voluntários e estamos em 20 serviços, mas não estamos noutros locais onde também nos solicitam a nossa ajuda. Mas esperamos que o número de voluntários aumente, para podermos dar apoio noutros serviços.
Gala de Homenagem aos Voluntários da Região de Setúbal












